Participantes

Organizadores

Betty Gervitz

Betty Gervitz, criadora da plataforma NA DANÇA!, é graduada em educação física e fisioterapia, é psicomotricista com formação em Cadeias Musculares e Articulares G.D.S. (Brasil/Bélgica). Na França, trabalhou por mais de 12 anos com Marie-Madeleine Béziers, autora do livro-referência A Coordenação Motora. Fez também especialização em Gerontologia Clínica e Social. Dançarina, pesquisadora, coreógrafa, professora, e uma das principais divulgadoras das danças circulares no país, Gervitz sempre buscou levar seus alunos (e também os pacientes em sua clínica) para o movimento saudável e inteligente, baseado numa sólida organização corporal.

Há mais de 20 anos mergulhada no estudo dos movimentos coreográficos e da música das mais diferentes culturas, ela entende que é necessário transformar e adaptar as linguagens, com o objetivo de tornar a dança étnica uma possibilidade de dança do presente, e não somente do passado. Em 1993, criou com André Trindade, psicólogo e psicomotricista, o Estúdio A&B, espaço dedicado ao movimento, que se tornou uma referência da dança étnica em São Paulo.

Gabriel Levy

Gabriel Levy, coordenador musical da plataforma NA DANÇA!, é formado em Educação Artística, com licenciatura em Música pelo Instituto de Artes da UNESP. Versátil, Levy trabalha tanto com música erudita, como pianista, regente e arranjador, quanto com música popular, como acordeonista, tecladista e compositor. Também fez vários cursos de música e Educação Musical nos EUA, Argentina, Áustria, Canadá e Hungria.

Ele mesmo tem ministrado diversos cursos para professores em diferentes regiões do Brasil. Como pesquisador, realizou o projeto Dorme-nenê, uma compilação de mais de 170 variantes de acalantos brasileiros. Ainda concebeu e dirigiu os espetáculos Umbigô du Limbô no Sesc Pompeia; Abjetos Sonoros no Parque da Conceição; e o I Festival de Música Anatômica na Gafieira Som de Cristal, com a participação de mais de 80 artistas. Multi-instrumentista, toca ainda nas bandas Mawaca e Mutrib, presentes no Festival. E costuma apresentar-se com músicos como Zé Geraldo e grupos como o Karnak.

Claudio Alegre

Claudio Alegre, artista visual, trabalha com desenho e produção gráfica, produção de mockups e efeitos especiais para fotografia, cenografia, computação gráfica, criação, desenvolvimento e programação para sites. Em publicidade, trabalhou com fotógrafos como Luis Crispino, Rodrigo Ribeiro, Marcelo Ribeiro, Donaire, Dulla, Edu Rodrigues, Daniel Klajmic, Egon Jais, Luis Paulin, Zarella Neto, Alê Riello, entre outros. Atendeu algumas das maiores agências do Brasil, entre elas Young & Rubican, DPZ, África, DM9, MPM/Loducca, McCann, WBrasil e ALMAP, para clientes como Itaú, Santander, Bradesco, Nestlé, Avon, Honda, Terra, LG, Ambev, Schincariol, TAM, Chilli Beans, Boticário, Mastercard, Telefonica/Vivo e Natura.

Iara Biderman

Iara Biderman, jornalista, colabora para o jornal Folha de São Paulo como repórter de dança e teatro e na cobertura de cadernos especiais de cultura, educação e saúde. É autora do blog Deu Baile, sobre dança. Membro da comissão de dança da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e curadora de dança do Cultura Inglesa Festival. Foi repórter dos cadernos Ilustrada, Equilíbrio e Saúde da Folha de São Paulo, repórter, editora e colaboradora de revistas das editoras Globo e Abril e tradutora de livros para a Cosac Naify e Scritta Editorial.

Professores

Bruna Milani

Bruna Milani é dançarina formada em Comunicação das Artes do Corpo, com habilitação em Dança pela PUC/SP (2010), tendo se especializado em dança oriental nos últimos 17 anos por identificação e paixão pela riqueza de possibilidades técnicas e peculiaridades na relação com a música. Ministra aulas de dança do ventre há 14 anos e, nesse período, vem desenvolvendo uma metodologia detalhada de estratégias criativas para ampliar o processo de ensino e aprendizagem.

A dança como expressão de ser, estar e se relacionar com o mundo tem sido sua maior motivação. Visando ampliar sua linguagem, aprimora-se constantemente em cursos variados de dança contemporânea, educação somática e dança oriental.

Atualmente está no segundo ano da Formação em Eutonia pelo Instituto Brasileiro de Eutonia. Faz shows com o Zikir Trio, Yaqin Ensemble, Orkestra Bandida, TarabJazz e projetos de pesquisa entre música e movimento ao lado do músico Mario Aphonso III. Ministra aulas particulares, workshops e cursos.

Deca Madureira

Deca Madureira, nome artístico de André Luiz Madureira Ferreira Filho, formou-se bailarino, ator e coreógrafo pelo Balé Popular do Recife, grupo fundado por seu pai, no qual atuou até 2003. Na Cia Brasílica, fundada Deca em 2006, desenvolve trabalhos nas linguagens de dança e música, principalmente. Com 25 anos de carreira artística, é diretor, coreógrafo, bailarino e músico percussionista. É também o idealizador do projeto Deca Madureira e Orquestra Multicultural Brasílica e do Balé Multicultural. Atua como arte-educador no projeto Fábricas de Cultura no Ateliê de Percussão e de Cultura Popular. Como produtor e articulador cultural está à frente da festa Pernambucalizando SP e é colaborador do Centro Cultural Butantã e do Baile da Saia de Chita.

Facinet Touré

Facinet Touré é balilarino e percussionista da Guiné – Conacri. Fez sua formação em danças e música tradicional da Guiné no Ballet Bagatai e Trupe Maraguiri Dance et Percussion. Seus mestres são Youssouf Kombassa, Sana e Naze Camara. Participou em seu país de origem do Festival de Theatre National de Guiné 2017, Festival National de Arts et de la Culture 2018 e da XV Edition de Ballet de Guiné 2013. Lá era professor de dança e de percussão no Ballet Bagatai e bailarino do Grupo Amoukanama. Fixou residência no Brasil em agosto de2019, quando foi convidado a participar do Festival Ethno Brasil 2019. Tem ministrado aulas de dança e percussão e criou o Amoukanama Brasil, grupo que se apresenta em espaços culturais e educativos.

Franz Mijail Sanabria Galvan

Franz Mijail Sanabria Galvan formou-se em mecânica industrial na Bolívia, seu país de origem, e em eletrônica e produção de vestuário no Brasil, país onde vive e divulga as danças bolivianas.Apresentou-se, entre outros, no Revelando São Paulo, Projeto Integrando Culturas VAI, Festa das Nações Unidas organizada pela Associação das Mulheres para a Paz Mundial, unidades do Sesc e na Virada Cultural 2019.

Giselle Pimentel

Giselle Pimentel, do Pará, trabalha com danças folclóricas paraenses, especialmente o carimbó. Começou a dançar no grupo folclórico do Sesi.  Apresentou-se com os grupos Paranativo, Sabor da Terra e no Sesc Amazônia das Artes. Em São Paulo, tem se apresentado em unidades do Sesc e em algumas casas de festas.

Iara Ananda Romano

Iara Ananda Romano é dançarina, coreógrafa e professora de Bharatanatyam e Bollywood Dance. Faz parte do Grupo Natyalaya desde sua formação e hoje é sua diretora. Iara dedica-se à Dança Indiana desde 1997 nos estilos Bharatanatyam, Kuchipudi e Mohiniyattam. Filha de Patricia Romano, iniciou seus estudos em dança na primeira infância, com o ballet clássico e, aos 10 anos, com a Dança Clássica Indiana. Em 1998, com 11 anos de idade, recebeu do Consulado Geral da Índia em São Paulo um certificado em reconhecimento ao seu talento. Em 2004, morou na Índia com sua Guru Shrimathi Kalamandalam Sumathi, na escola matriz da Índia no estado de Kerala. Formada em dança clássica indiana pela Natyalaya do Brasil, com extensão e aprofundamento na Natyalaya matriz em Kerala, Índia, teve como professores Patricia Romano, Kalamandalam Sumathi e Asha Sharath da Kairali Kalakendram dos Emirados Árabes. Em 2001 iniciou seu treinamento como professora e em 2006 já dava aulas profissionalmente. Em 2011, com a inauguração do ICC (Indian Cultural Centre) em São Paulo, foi convidada pelo Governo da Índia a ser responsável pelo curso de Bharatanatyam. Atualmente, além de bailarina e coreógrafa do Grupo Natyalaya e Grupo Bollywood Brazil, é diretora da filial da Natyalaya do Brasil.

Isadora Nefussi

Isadora Nefussi Iniciou seus estudos de flamenco aos cinco anos no Raies Dança Teatro, onde segue dando aulas desde 2015. Fez vários cursos com professores brasileiros e internacionais, no Brasil e na Espanha. Também cursou balé clássico e jazz e faz aulas de teatro na Oficina dos Menestréis desde 2014. Em 2018 ingressou na universidade Anhembi Morumbi, onde cursa Bacharelado e Licenciatura em Dança.

Marli de Matos Luís

Marli de Matos Luís é descendente de portugueses .Formada em Letras pela PUC, é Musicista, Compositora, Educadora e Focalizadora de Danças Circulares com Treinamento em Danças Folclóricas na Universidade do Pacífico – Califórnia – USA; trabalha há mais de 18 anos na pesquisa e divulgação das danças folclóricas de diversas culturas, incluindo cinco Workshops de Danças de Portugal.

Nduduzo Siba

Nduduzo Siba, 31, é uma artista sul-africana de raízes Zulu. Cantora e bailarina, mistura pop e ancestralidade em seu trabalho autoral. Participou de espetáculos como “Inútil Canto e Inútil Prantos pelos Anjos Caídos”, do Coral  USP, do grupo vocal Mulheres Livres e da Gui Cicarelli Blues Band. Integrou o projeto Iluminations, do Balé da Cidade de São Paulo, apresentado no Instituto Tomie Ohtake e na Biblioteca Mario de Andrade.

Ermi Panzo

Ermi Panzo, 28, é coreografo, bailarino, performer, escritor e poeta. Nascido em Angola, formou-se em Cuba e anda pelo mundo para difundir sua arte. Nesta sua temporada no Brasil, coordena, junto aos artistas Yannick Delass e Shambuyi Weltt, o Projeto Ancestral, além de integrar o Sarau do Binho e ser parceiro de outros movimentos artisticos em São Paulo. Pesquisador das danças africanas e suas etnias, fez capacitação artística em jazz e danças contemporâneas e coreografou para o grupo Las Serenas (México) e para o núcleo de artes da comunidade africana La Cujae (Cuba).

Criador da técnica de dança Bantu Lutsassa, em São Paulo tem feito apresentações e oficinas em lugares como unidades do Sesc, centros culturais na zona sul da cidade, Impact Hub, Fatiado Discos, Google, Tanger Restaurante e Al Janiah, entre outros.

Ines Queme

Ines Queme, nascida em Moçambique em 1980, está radicada em São Paulo desde 2012. Bacharel em Relações Públicas pela USP e pós-graduanda em Dança e Consciência Corporal no Centro Universitário Estácio, é formada em dança tradicional étncia pela Casa de Cultura de Maputo (Moçambique). Foi atriz na Companhia Cultural Hopangalatana, atuou no programa “Tudo Aos Domingos”, da TV moçambicana e com músicos de seu país. Em São Paulo, atua como professora de dança e representante da cultura de Moçambique.

Ines participou de festivais em Zimbabue, na Áustria e no Brasil. Na edição 2017 do festival NA DANÇA!, ministrou oficina de danças moçambicanas.

Mohammad Al Jamal

Mohammad Al Jamal, nascido no Líbano, onde se formou em design de interiores, iniciou seus estudos de dança e música aos seis anos, acompanhando o pai, músico profissional, em espetáculos apresentados em seu país. No Brasil, registrado como profissional de dança e músico, tem ministrado cursos e feito apresentações em cidades de São Paulo.

Atualmente morando em Araçatuba (SP), está montando um grupo de músicas e danças do Líbano. Em 2017, ministrou uma oficina de Dabke (dança tradicional libanesa) no 1º Festival NA DANÇA!

Raisa Oblitas

Raisa Lima de Oblitas, 27, é coreógrafa e pesquisadora de danças folclóricas bolivianas. Fundadora, coreógrada e bailarina da Sociedad Folklórica Boliviana (São Paulo), também atuou no Grupo Folclórico Kantuta. Colaborou na organização e realização da 1ª e 3ª Mostra de Cultura Boliviana na Oficina Cultural Oswald de Andrade e do Festival Internacional de Danças Folclóricas Bunkyi, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

Em 2017, participou do 1º Festival NA DANÇA!, ministrando oficina de danças tradicionais da Bolívia.

Hamada Nayel

Hamada Nayel nasceu em Desouq, no Egito, em 1975. No início da década de 1990, participou do grupo de Kafr el Sheik, de folclore egípcio e começou a apresentar a tanoura (dança rodopiante egípcia) por todo o país, com diferentes grupo. Especialista nas danças tanoura, saidi, eskanderani, hagalla, núbia, beduína e semsemeia, também é percussionista.

Em 2000, fez turnês pela Europa, apresentando e ensinando as danças do Egito por todo o continente. Participou do Festival Internacional de Dança de Dubai em 2003-2004. Nos anos seguintes, apresentou-se e deu aulas nos Estados Unidos. Veio ao Brasil pela primeira vez em 2011, para performances no Mercado Persa e workshops de danças orientais. Em 2018, integrou-se à plataforma NA DANÇA!

Ibrahima Sarr

 Ibrahima Sarr, 37, nasceu no Senegal, onde começou sua carreira de dançarino aos 20 anos. Foi líder de um dos mais conhecidos grupos de seu país, o diapo sam do distrito de Guediawaye (Dakar) até 2010, quando fundou a companhia Seneafri.

Desde então, tem participado de vários festivais, como o “Oscar de Vacance”, do Senegal, no qual conquistou o prêmio de melhor coreógrafo em 2014.

Seu treinamento inclui oficinas de dança contemporânea com artistas africanos e europeus.

Chegou ao Brasil em janeiro de 2018. Em São Paulo, ensina danças africanas na Associação Cachuera e entrou para o time do NA DANÇA!, junto com os músicos que sempre acompanham suas aulas e performances, os senegaleses Birima MBaye e Moustapha Dieng e o brasileiro André Piruka. 

Fábio del Rio

Fábio del Rio é artista da dança há mais de 30 anos. Com formação em educação física e pós em fisiologia do exercício, é dançarino, professor e coreógrafo de Hip Hop e danças urbanas. Especializou-se no gênero em cursos no Brasil, na América Latina, na Europa e nos Estados Unidos.

Finalistas em prêmios importantes, como os campeonatos internacionais de Hip Hop de Los Angeles e em Espinho (Portugal), também conquistou o primeiro lugar no Campeonato Brasileiro, em Santos (1997).

Como professor, ensina em tanto em estúdios particulares, como o Anacã, como em projetos sociais, como a Casa dos Sonhos, na chamada cracolândia, no centro de São Paulo. E nos eventos do NA DANÇA!

Vítor da Trindade

Vitor da Trindade, percusionista, violonista, cantor, compositor e ativista da cultura afro-brasileira, foi iniciado nas danças e músicas tradicionais por seus avós, Solano e Maria Margarida da Trindade, fundadores do Teatro Popular Brasileiro, e por seus pais, Jorge de Souza (Ogan Alabé) e Raquel Trindade.

À formação “de raíz”, acrescentou estudos em instituições como a Faculdade Paulista de Arte, a Universidade Livre de Música ou o Conservatório Souza Lima.

Desde 1987, Vitor dá aulas de percussão e danças brasileiras, tanto em instituições brasileiras, como o Sesc, projetos sociais como Turma Faz Arte, Âncora, Colibri, Creche Criança Feliz, quanto em oficinas na Alemanha.

Com o trio Revista do Samba, apresentou-se em cidades como Rio, São Paulo, Paris, Tel Aviv, Amsterdam, Nova York e Berlim e gravou cinco discos. Seu álbum individual, “Ossé”, foi lançado em 2016.

Em 2018, no segundo Festival NA DANÇA!, foi um dos artistas participantes da festas africana-brasileira, ensinou, junto com sua mulher Elis Trindade, um pouco dessa dança, e contribuiu, com sua arte e seu conhecimento, em todas as atividades, mostrando o que une as danças do mundo.

Margarita Maria Milagros

Margarita Maria Milagros é uma bailarina, figurinista e maquiadora colombiana. Começou seu trabalho artístico no ballet clássico, com sua mãe, também bailarina e coreógrafa. Alternou seus estudos de ballet com outros estilos e técnicas de movimento como técnica Graham, lyrical jazz, folcrore, tango, entre outros. Participou como bailarina em diversas peças de dança e festivais nacionais de ballet clássico, jazz e folclore, na Colômbia e na Itália (2000 – 2007). Trabalhou como assistente de direção e coreografia em peças de ballet clássico e como professora de ballet, folcrore, condicionamento físico e expressão corporal, em Bogotá, Colômbia (2000 – 2009). É formada em Desenho e decoração de interiores na Universidad Escuela de Artes y Letrasem Bogotá e tem estúdios em artes cénicas com ênfase em coreografia na Universidad Distrital de Bogotáe de Kinesia da dança na Universidad Cooperativa de Colombia.

No Brasil estudou Cenografia e figurino na Sp Escola de teatro (2012). Trabalhou com a Cia Artesãos do corpo como bailarina e performer participando em diversas peças de palco e de rua e em eventos como o Festival internacional Visões Urbanas (2011 e 2012), no Brasil e Portugal, e no Circuito Sesc das Artes (2016).  Também trabalhou como assistente de figurino da figurinista Telumi Hellen, em diferentes peças de teatro. No 2015 participou na Quadrienal de Praga com um coletivo de artistas, pelo Espaço Cenografico sob a coordenação do cenógrafo José Serroni, apresentando um figurino na categoria Tribescomo performance de rua. Outros estudos: Maquiagem cênica no Senac Lapa Faustolo, Air brush para maquiagemem Make up Foreverdentro da Cité du Cinema em Paris, França (2016- 2017). Em 2018, participou da segunda edição do Festival NA DANÇA!